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Governo libera R$ 4,6 bi de saldos retidos do FGTS para trabalhadores demitidos que optaram pelo saque-aniversário

Governo libera R$ 4,6 bi de saldos retidos do FGTS para trabalhadores demitidos que optaram pelo saque-aniversário

11/02/2026
Fonte: Com informações Agência Brasil e CNN

O governo federal começou a liberar R$ 4,6 bilhões referentes à segunda etapa da liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) que estavam bloqueados para trabalhadores que optaram pelo saque-aniversário e foram demitidos sem justa causa entre janeiro de 2020 e dezembro de 2025.  

A liberação faz parte de uma medida provisória publicada no final de 2025 que corrige distorções da modalidade de saque do FGTS, que anteriormente impedia o acesso ao saldo total do fundo nesses casos.  

Como funciona a liberaçãoR$ 4,6 bilhões estão sendo liberados na segunda fase do pagamento, a partir de 2 de fevereiro de 2026, com prazo de crédito até 12 de fevereiro. ✔ Essa etapa atende cerca de 822,6 mil trabalhadores que ainda tinham recursos retidos após a demissão. ✔ Na primeira fase, em dezembro de 2025, foram liberados cerca de R$ 3,8 bilhões, beneficiando mais de 14 milhões de trabalhadores. ✔ No total, a medida prevê liberar aproximadamente R$ 8,4 bilhões dos saldos retidos para os trabalhadores nessas duas parcelas.  

Têm direito à liberação aqueles trabalhadores que: ✔ Optaram pela modalidade saque-aniversário do FGTS; ✔ Foram demitidos sem justa causa entre 1º de janeiro de 2020 e 23 de dezembro de 2025; ✔ Tinham saldos retidos nas contas do FGTS em razão da adesão à modalidade  

A maior parte dos valores (cerca de 87%) será creditada automaticamente na conta bancária já cadastrada pelo trabalhador no aplicativo do FGTS. Os demais poderão sacar o valor nos canais presenciais da Caixa Econômica Federal, como terminais de autoatendimento, casas lotéricas ou pontos Caixa Aqui.  

A medida foi criada para corrigir uma “injustiça” na forma como a modalidade de saque-aniversário funcionava, impedindo que muitos trabalhadores tivessem acesso ao saldo acumulado do FGTS no momento em que mais precisavam — após a demissão. A medida provisória em dezembro de 2025 abriu caminho para essa liberação escalonada de recursos

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